Documentos
Registros da fundação de 1822, conforme o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Da fundação em 1822, no alvorecer da Independência, à restauração no bicentenário do Grande Oriente do Brasil.
O Apostolado da Nobre Ordem dos Cavaleiros de Santa Cruz (A∴N∴O∴C∴S∴C∴) é uma Ordem Maçônica Progressiva, dedicada ao aprimoramento dos Mestres Maçons.
Em sua memória, foi fundado em 2 de junho de 1822 pelo Grão-Mestre José Bonifácio de Andrada e Silva, ao lado de Martim Francisco, Antônio Carlos de Andrada, Gonçalves Ledo, Dom Pedro de Alcântara e de outros cem maçons proeminentes — conforme registram os documentos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Nasceu para fomentar a Independência por uma monarquia constitucional na pessoa de Dom Pedro de Alcântara, proteger o Reino do Brasil e dar forma à primeira Constituição, a de 1823. Seu primeiro Grão-Mestre e Arconte-Rei foi o próprio Príncipe Regente e futuro Imperador, à época também Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.
Ajustada aos tempos atuais, a Ordem volta-se hoje à evolução espiritual do Maçom, à proteção da família, à fidelidade à Pátria e aos preceitos de um Estado soberano, independente e com fé em Deus.
Brasileira e de caráter universal, é uma Ordem de Aperfeiçoamento Maçônico de direito privado — regular, legal e legítima —, sem fins lucrativos e sem finalidade político-partidária, de natureza maçônica e cristã. Seu objetivo é o aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual dos Maçons: pela fidelidade incondicional a Deus, pela fraternidade entre os homens de boa-fé, pelo fortalecimento dos laços familiares, pela proteção da Pátria e pelo perfeito entendimento dos princípios da Maçonaria, na simbologia e na ritualística.
A admissão é exclusiva a Mestres Maçons ativos e regulares, que percorrem dois graus de aperfeiçoamento: a Instalação ao Grau de Recruta, inicial, e a Ordenação ao Grau de Cavaleiro de Santa Cruz.
Os dois graus →Fundado pelo Grão-Mestre José Bonifácio de Andrada e Silva, Martim Francisco, Antônio Carlos de Andrada, Gonçalves Ledo, Dom Pedro de Alcântara e cerca de cem maçons proeminentes. Tinha por propósito fomentar a Independência do Brasil por uma monarquia constitucional, proteger o Reino e elaborar a primeira Constituição, a de 1823.
O primeiro Grão-Mestre e Arconte-Rei do Apostolado foi o Príncipe Regente e futuro Imperador Dom Pedro de Alcântara — Dom Pedro I —, que à época também ocupava o cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.
No Gabinete do Grão-Mestre Geral, duzentos anos depois, as maiores lideranças maçônicas reorganizaram a Ordem. Foram escolhidos como Patronos o Grão-Mestre Geral e seu Adjunto, José Bonifácio e Dom Pedro I; e, como líder desta nova etapa, o Arconte-Rei Arlindo Batista Chapetta.
No Hotel Leques Brasil, em São Paulo, centenas de Irmãos participaram da sessão ritualística inaugural, com as cerimônias de Instalação do Grau de Recruta, Ordenação do Cavaleiro de Santa Cruz e Investidura de Condestável. Anunciou-se a fundação inicial de 26 Conselhos pelo Brasil.
O Soberano e Supremo Arconte-Rei e Grão-Mestre Vlamir Camargo Barbeiro conduz a Ordem, tendo nomeado o Soberano e Eminentíssimo Grão-Mestre Adjunto e Lugar-Tenente Marcio de Mattos Barcelos e uma nova administração para o Sacro Império. Conheça a governança →
Fundamento histórico
Antes de chamar-se Brasil, esta terra recebeu o nome de Terra de Santa Cruz. É nessa raiz cristã que o Apostolado ancora sua identidade — uma Ordem que, desde 1822, une a tradição maçônica à fé cristã e ao amor à Pátria.

Patriarca da Independência, naturalista de renome, estadista e Grão-Mestre, José Bonifácio de Andrada e Silva fundou o Apostolado em 1822 e encarna os ideais que a Ordem cultiva: a ciência a serviço do bem, a fé como fundamento e o amor à Pátria como vocação.
É hoje, ao lado de Dom Pedro I, Soberano e Supremo Arconte-Rei Honorário “em memória” — patrono perene de uma Ordem que se quer, ao mesmo tempo, profundamente brasileira e perenemente cristã.
Artigos e memória →Registros da fundação de 1822, conforme o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
O brasão imperial, o manto, a coroa e a Cruz de Jerusalém que identificam a Ordem.
A simbologia e a ritualística maçônica transmitidas nos dois graus.